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Escandinávia e Brasil

Björk Digital: como é a mostra sobre a cantora islandesa que estreia no Brasil

terça-feira, 18 de junho de 2019
Björk Digital: como é a mostra sobre a cantora islandesa que estreia no Brasil

A cantora Björk é, possivelmente, a mais famosa personalidade islandesa no mundo. Bastante influente na música alternativa, ela é também conhecida por sempre testar novos campos para sua criatividade. Foi assim, por exemplo, quando, em 2000, estrelou o drama musical Dançando no Escuro, do cineasta dinamarquês Lars von Trier, filme que concorreu ao Oscar e conquistou a Palma do Ouro em Cannes, festival em que a artista levou também o prêmio de melhor atriz . E sua inventividade ganha novo espaço com a exposição Björk Digital, que acaba de chegar ao Brasil.

A partir desta terça-feira (18/6), o Museu da Imagem e do Som (MIS) será palco da mostra, que já passou por cidades como Tóquio, Barcelona, Cidade do México, Moscou, Montreal, Sydney, Londres e Los Angeles. Nessa exposição-instalação, a união entre tecnologia e arte dá nova roupagem às imagens poéticas das músicas da cantora, fã declarada da brasileira Elis Regina. A mostra fica em São Paulo até 18 de agosto.

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Com curadoria do Manchester International Festival (MIF), a exposição ocupará dois andares do MIS. As peças serão divididas em seis sessões, compostas por realidade virtual e elementos audiovisuais imersivos que demandam a interação dos visitantes.

O destaque são os vídeos do álbum Vulnicura, de 2015. A música Stonemilker, gravada em 360º em uma praia islandesa, poderá ser ouvida e assistida com óculos especiais, o que dá ao espectador a impressão de estar dentro do vídeo. Além de Stonemilker, a exposição-instalação traz outros cinco trabalhos de Björk extraídos Vulnicura: Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget.

Os ingressos para a exposição custam R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira), e a entrada é gratuita às terças-feiras. Clique aqui para saber mais sobre Björk Digital.

Assista abaixo (em 360º) ao clipe de Stonemilker.