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Estocolmo está entre as dez cidades mais favoráveis ao empreendedorismo feminino no mundo

Estocolmo está entre as cidades mais favoráveis ao empreendedorismo feminino, segundo o estudo Women Entrepreneur Cities (WE Cities) 2019, realizado pela Dell em parceria com o IHS Markit. A nova edição do levantamento foi divulgada durante o 10º Encontro da Dell Women Enterpreneur Network (DWEN), em Cingapura, que começou no domingo e vai até esta terça-feira. 

O estudo analisa as 50 cidades mais promissoras para o empreendedorismo feminino com base no impacto de políticas, programas e características locais. Estocolmo ficou na décima posição neste ano. Embora a capital sueca tenha caído cinco posições em relação à pesquisa anterior, de 2017, o estudo destaca que todas as 50 cidades da lista final evoluíram em relação ao levantamento anterior, mas a velocidade do avanço de umas foi maior que o de outras.

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A Baía de São Francisco, nos Estados Unidos, é a primeira cidade da lista, seguida por Nova York. Londres ficou em terceiro lugar, seguida por Boston, Los Angeles e Washington. O índice avalia as cidades em cinco características: acesso a capital, tecnologia, talento, cultura e mercados.

São Paulo, que aparece no 45º lugar, é a única cidade brasileira a aparecer na lista do WE Cities 2019. Apesar de ter caído três posições em relação a 2017, a capital paulista está entre as dez cidades que mais melhoraram o ambiente operacional para o empreendedorismo feminino.

Segundo o estudo, as principais barreiras ao empreendedorismo feminino no mundo são falta de financiamento, custo de vida alto, baixa representatividade das mulheres em cargos de liderança e falta de políticas governamentais que apoiam mulheres empreendedoras. “Quando investimos em mulheres, investimos no futuro. As comunidades prosperam, as economias melhoram e a próxima geração lidera com propósito", afirma, em nota, Karen Quintos, vice-presidente executiva e diretora de clientes da Dell.

“Aqui na Ásia, 60% das startups de melhor desempenho têm uma mulher como fundadora ou cofundadora, contra 43% nos Estados Unidos”, afirmou Amit Midha, presidente da Dell para Ásia-Pacífico e Japão, durante a apresentação do estudo. “Para um progresso de longo prazo, precisamos pensar em como incentivar a educação nas áreas de STEM (ciências, tecnologia, engenharia e matemática)."

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