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Nórdicos sobem em lista das economias mais competitivas do mundo

Dos dez primeiros na nova edição do ranking feito pela escola de negócios suíça IMD, três são escandinavos: Dinamarca, Suécia e Noruega

Das dez economias mais competitivas do mundo, três são escandinavas: Dinamarca, Suécia e Noruega. A constatação está na edição 2020 do World Competitiveness Yearbook, ranking anual elaborado pela escola de negócios suíça IMD, que acaba de ser divulgado. Os dinamarqueses ficaram em segundo lugar, atrás apenas de Cingapura. Suecos e noruegueses apareceram na sexta e na sétima posições, respectivamente.

Criada em 1989, a pesquisa leva em consideração 337 indicadores de cada um dos 63 países avaliados. Os três países nórdicos que estão entre os dez primeiros subiram na lista em relação a 2019: os dinamarqueses avançaram seis posições, os suecos, três, e os noruegueses, quatro. Entre os outros nórdicos, a Finlândia passou de 15° para 13° e a Islândia, de 20° para 21°.

Neste ano, os autores do relatório deram destaque ao bom desempenho conjunto de economias de menor porte. Sobre a Dinamarca, por exemplo, o estudo diz que a vice-liderança do país deve-se a fatores como a força de seu mercado de trabalho e de seus sistemas de saúde e educação. Além disso, segundo os autores, a Dinamarca se sobressai em investimentos estrangeiros e produtividade e é o europeu com melhor eficiência dos negócios.

Trunfo contra a crise

Ser uma economia de menor porte pode ser um trunfo para superar a crise global surgida com o coronavírus, afirma, em comunicado, Arturo Bris, professor de finanças e diretor do IMD World Competitiveness Center. Segundo ele, a competitividade econômica pode ser um um diferencial na luta contra os efeitos da pandemia, em parte, porque países menores podem construir consenso social com mais facilidade.

No ranking das economias mais competitivas do mundo, o Brasil apareceu neste ano em 56° lugar, três acima da edição publicada em 2019. No entanto, a mudança deveu-se não a uma melhora brasileira, e sim à piora de outros países, segundo os autores. O Brasil ficou em último lugar, por exemplo, no fator educação. A Fundação Dom Cabral é a parceira brasileira da IMD na elaboração do ranking.

Clique aqui para ler o estudo completo.

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