Cidades nórdicas dominam ranking sobre emprego no pós-pandemia

Relatório compara perspetivas para o mercado de trabalho após o impacto da covid-19; Copenhague, Helsinque e Oslo ficam entre as cinco primeiras

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Copenhague está entre as cidades com melhores perspectivas para a geração de emprego após a pandemia
Vista panorâmica de Copenhague: capital da Dinamarca ficou em segundo lugar na lista (Foto: Shane Rounce)

Cinco cidades nórdicas estão entre as dez no mundo com as melhores perspectivas para a geração de emprego após a pandemia. A constatação aparece em um relatório feito em parceria entre a FutureLearn, plataforma de ensino à distância ligada à universidade britânica The Open University, e o buscador de empregos Seek.

Cingapura ficou em primeiro lugar na lista, que tem, ao todo, 100 cidades. Logo atrás estão três capitais de países nórdicos: Copenhague (Dinamarca), Helsinque (Finlândia) e Oslo (Noruega). As cidades de Gotemburgo e Malmö, ambas na Suécia, ficaram em sexto e sétimo lugares, respectivamente.

Para identificar as cidades em que a oferta de emprego deve se recuperar com mais rapidez após a pandemia, os autores compararam dados como o crescimento do produto interno bruto (PIB) nos últimos anos, eficiência governamental e impacto estimado da covid-19 sobre suas economias. Os 15 diferentes fatores foram divididos em quatro categorias: economia, políticas públicas, qualidade de vida e igualdade de gênero.

Crise em tempo real

“Ao coletar dados para o estudo, testemunhamos em tempo real o impacto da covid-19 sobre a economia”, disse, em comunicado, o CEO da FutureLearn, Simon Nelson. Só foram consideradas no comparativo cidades de um dos 35 países que são integrantes efetivos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil não faz parte da entidade.

A capital sueca, Estocolmo, ficou em 18° lugar no relatório. Da América Latina, são três representantes: duas mexicanas (Monterrey e Cidade do México, em 96° e 98° lugares, respectivamente) e a capital chilena, Santiago, que ficou na 100ª posição. México e Chile são os dois únicos países-membros da OCDE na região.

Conheça o relatório completo neste link.

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